Drogas: escapismo moral, perversidade e fraqueza de caráter

quinta-feira, 3 de junho de 2010 § 2

Discorrer sobre o consumo de drogas, assim como os motivos que levam ao vício, remete a um emaranhado de justificativas inconcebíveis, relativismos cínicos, ausência de base familiar encharcada de valores admiráveis e, pasmem, permissividade que beira o surreal. Aforismos que classificam os viciados como sendo portadores de personalidades desvirtuadas, devem ser analisados de maneira peremptória, irretorquível, sem máscaras ou subterfúgios, mas que legitimem que coisas boas não surgem de uma sementeira má, ruim e perversa. Homens fracos escondem-se atrás de doenças mentais e distúrbios psicóticos como forma de não reconhecerem que deixaram suas essências malévolas sobrepujarem a prudência, onde seus raciocínios deveriam fazer dos seus corações, seus escabelos. Abrem mão dos seus ideais, sonhos, convívios familiares harmoniosos, dignidades, em prol de reuniões obscuras organizadas com o intuito de ingerirem drogas e afundarem ainda mais seus usuários claudicantes. Até hilariante seria, não fosse tão ridículo. Viciados não passam de criminosos, e os que acoroçoam suas opções e atitudes, cúmplices.

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Abortamento: egocentrismo e covardia.

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Feministas alegam o DIREITO sobre o próprio corpo, para interromper a gravidez. Proferem frases egocêntricas como "O corpo é meu, faço com ele o que quiser!". Trata-se de puro sofismo, afinal, a mãe escolhe o que faz consigo mesma, não lhe cabendo decidir, como se fosse Deus, acerca da vida ou da morte do ser que abriga no útero. O feto é um corpo distinto daquele que o acolhe, não se confundindo com ele. O cordão umbilical é um elo entre DUAS vidas, não uma autorização para um homicídio pré-meditado.


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Haiti: o quilombo que virou país.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 § 29

Um favelão incomensurável cercado por água em quase todos os lados. Essa é, ao meu ver, a mais concisa e acertada descrição do Haiti. Não há muito tempo ignorada, dada sua irrelevância geopolítica, cultural, econômica , ou mesmo por seu caquético e feio povo, conseguiu esse pútrido aglomerado desordenado de choupanas africanas, agora, reverter seu anonimato, chamar para si o foco das primeiras páginas de jornal de todo o mundo devido ao famigerado terremoto. Evidenciou-se, então, a feiúra e o esfaimamento atroz na qual vivem. Trouxeram à lume até mesmo um pouco da história de desgoverno quilombolesco e cleptocracia, combinadas ao costumeiro despotismo que perpetua-se no seio desse povo. Nesse ínterim, conspiradores de matiz marxista relembram as origens subversivas-supostamente dignas e memoráveis- do enorme quilombo chamado de país: uma cambada de pretos fugidos e revoltados alimentados por ideais revolucionários franceses e anti-cristãos,que , segundo eles, saiu vitoriosa de sua batalha, expulsando os malvados franceses. Lamentável. Expulsaram a civilização, abraçaram a barbárie.Os escravos tomaram o poder, fizeram reforma agrária.

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A escória ataca!!! Agora lixeiro acha que é gente!

sábado, 9 de janeiro de 2010 § 19

O caso é conhecido: dois lixeiros, desprovidos de qualquer sombra de pudor, cumprimentaram soberbamente milhões de teleespectadores brasileiros brasileiros durante horário nobre da programação televisiva. Escancaravam em seus respectivos defeituosos semblantes, horríveis dentes, imundos, tortos, indevidamente salientes, evidenciando um sorriso em momento inoportuno. A hierarquia caiu abruptamente naquele momento! Sintomático. Era o fim, eu tinha certeza! "Lixeiros sorriem, pessoas de bem refugiam-se em suas casas, bandidos dominam as cidades", pensei. Tudo que desejam os petistas, os maoístas do MST e meia-dúzia de doentes partidecos nostálgicos pela guerra fria e, especialmente, pelas subvenções soviéticas, tornou-se ainda mais real. Pude visualizar, naquele momento, a instauração de um Estado socialista estilo Ceausescu-Kim Jong Il ou até mesmo, numa perspectiva ainda menos otimista, um novo Pol Pot no Brasil! O senso de hierarquia se esmaece, as tradições definham, entretanto, atitudes heróicas existem.

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A armadilha politicamente correta.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 § 2

O rumo que a sociedade está tomando necessita ser modificado. A ingênuidade humana unida ao comodismo intelectual tem feito com que a população enxergue a vida unidimenssionalmente., levando-a a aceitar os mais variados tipos de modismos, fazendo-a crer que tudo tem como meta principal uma forma de vida mais eficiente para todos.

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